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O Desenho.
Tom Sem Freio estreou em 1967 na emissora americana ABC. Produzido pela
Jay Ward Productions, dos criadores de Rocky & Bullwinkle, o
desenho teve vida curta, apenas 16 episódios, mas foram suficientes para
imortalizarem a animação na cabeça da criançada.
A série animada se destaca pelo humor inteligente e absurdo. O programa
dirigido ao público infantil - nos Estados Unidos era exibido nas
manhãs de sábado - mas fez sucesso com os adultos. Além do Tom sem Freio, o
horário trazia dois outros desenhos:
George, O Rei da Floresta e
Super-Galo. Cada programa tinha
três episódios, um de cada desenho.
Nos Estados Unidos, Tom
Slick virou sinônimo de bom motorista. O personagem se popularizou e até
ganhou sua versão em quadrinhos publicada pela Gold Key Comics em 1969.
A História.
O
intrépido corredor Tom Semfreio era um ás do volante que participava das
provas mais birutas para mostrar sua perícia. Fosse em um carro, balão,
locomotiva ou qualquer outro meio de transporte, Tom estava sempre
disposto a levantar o troféu no final da disputa.
O corredor contava com a ajuda da bela Maria, sua namorada, e da “Coroa”,
uma avó bastante moderna que se aventurava junto com Tom e Maria nas
competições mais eletrizantes. As duas muitas vezes ajudavam-no,
estragando as armações dos adversários.
Tom colocava a honra e a educação acima de tudo, mesmo que isso lhe custasse a
vitória - se bem que ele vencia sempre todas as corridas. Como motorista
Tom não era muito bom, assim como Speed Racer, mas pelo menos era um dos
mais engraçados e otimistas.
Existiam vários
adversários, mas, na maioria dos episódios, quem vivia tentando tirar
vantagem do bom caráter de Tom era o corredor malvado e trapaceiro, Barão Otto Mático. O barão vivia preparando planos para tirar nosso herói da
"jogada" e tinha um ajudante para colocar esses planos em ação: o Cafaja.
Mas o pobre Cafaja só se dava mal e ainda vivia levando pancadas na cabeça
com uma chave inglesa, desferidas pelo Barão.
Destaque principal para a torcida nas arquibancadas, tão animada que até
dormiam e o máximo de barulho que faziam, ao verem os corredores passarem
pelas arquibancadas era um minguado “hey”.
No Brasil.
No Brasil o desenho chegou no final dos anos 60 pela Tv Tupi onde foi
exibido até o fim da emissora. Depois passou a ser mostrado pelo SBT.
A dublagem brasileira, feita no final da década de 60 no Rio de Janeiro, é
repleta de termos como "a torcida do Flamengo", "Maracanã" e outras
lembranças cariocas.
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Dubladores Originais
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Dubladores Brasileiros
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Bill Scott .... Tom Sem Freio
June Foray .... Maria
Paul Frees .... Barão Otto Mático
Daws Butler .... Cafaja |
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Dublasom-Guanabara - RJ:
Orlando Prado .... Tom Sem Freio
Carmen Sheila .... Maria
Maria Inês .... Corôa
Antônio Patino .... Barão Otto Mático
Luiz Manuel .... Cafaja
Milton Rangel .... Narrador |
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