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A Série.
Criada por Susan Harris, a série O
Poderoso Benson estreou nos Estados Unidos, na rede ABC, no dia 13 de
setembro de 1977 e trazia divertidas histórias para tratar de temas
pesados como infidelidade conjugal ou homossexualidade. Essa primeira
versão foi cancelada no dia 20 de abril de 1981.
A
série alcançou um grande sucesso, em parte pelo carisma do personagem
título, interpretado pelo ator afro-americano Robert Guillaume.
A grande repercussão, acabou gerando um spin-off da série, parodiando o próprio programa com o personagem
principal ainda interpretado por Guillaume, mas com um novo elenco e novas
histórias. Foi exatamente a paródia, que estreou no dia 13 de setembro de
1979, que fez mais sucesso, rendendo um total de 158 episódios e chegando
ao Brasil dentro da
Sessão Comédia.
O Poderoso Benson recebeu várias
indicações ao Emmy. Robert Guillaume recebeu em 1979 o prêmio de Melhor
Ator Coadjuvante e em 1985 como Melhor Ator de Comédia. O seriado foi
cancelado no dia 19 de abril de 1986, sem nunca ter tido seu final
exibido.
A História.
Na série original a história girava em torno de Benson DuBois, um mordomo
irônico que trabalhava para os Tates, cujo patriarca Chester, um corretor
da bolsa de valores, era desprezado por ele. A dona da casa, Jessica Tate
e seu filho Billy, ao contrário, eram muito bem tratados por Benson.
No spin-off o personagem ganha novos temperamento e postura,
parecendo menos irônico e mais sábio e humano. Os enredos deixaram os
temas polêmicos um pouco de lado, para se dedicar mais a questões
políticas.
A história da nova fase de Benson, tem início quando Jessica Tate o manda
para amparar seu primo viúvo, o governador James Gatling, um homem público
correto e dócil, mas muito ingênuo em algumas questões.
Benson, começa seu trabalho de mordomo, mas acaba se envolvendo de tal
maneira com todos, que se torna uma figura indispensável, principalmente
por aconselhar o Governador em questões políticas e evitá-lo de cometer
erros em sua administração. Curiosamente, o Estado que eles governavam
nunca foi mencionado, deixando tudo dentro do terreno fictício.
Aos poucos Benson começa a administrar a vida pessoal, política e
doméstica do Governador, além de ajudá-lo na educação da sua filha Katie
Gatling. Além disso vive entrando em conflito com Gretchen Kraus, uma
antiga empregada do Governador de origem alemã.
Os assessores do Governador, John Taylor e Clayton Endicott II, muitas
vezes apareciam como inúteis, uma vez que Benson sozinho aconselhava
Gatling com mais sabedoria dos que os dois juntos. O governador tinha
ainda uma secretaria chamada Marcy Hill, um assessor de imprensa chamado
Pete Downing e um office-boy chamado Frankie.
Benson chegou a alcançar altos cargos durante as temporadas chegando a se
candidatar à governador contra o próprio Gatling.
O episódio final mostrava a noite da eleição com Benson e Gatling fazendo
as pazes e assistindo juntos o resultado da eleição. O episódio terminou
com o locutor começando a anunciar o vencedor e deixando o resultado para
o próximo capítulo, que nunca foi exibido.
Correm boatos que foram rodados três finais: um com a vitória de Gatling,
outro com a de Benson e um final com a eleição sendo ganha por um terceiro
candidato, mas como nenhum final tinha sido satisfatório, nunca levaram ao
ar.
No Brasil.
Em
1987 estreou na Rede Globo uma faixa só para os seriados norte-americanos
em formato sitcom, era a
Sessão Comédia,
que ia ao ar de segunda a sexta-feira às 17h20. Entre as séries exibidas
estava O Poderoso Benson, mostrada às segundas-feiras.
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Elenco
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Robert
Guillaume ... Benson DuBois
James Noble ... Gov. James Gatling
Missy Gold ... Katie Gatling
Inga Swenson ... Gretchen Kraus
Caroline McWilliams ... Marcy Hill
Lewis J. Stadlen ... John Taylor
Rene Auberjonois ... Clayton Edicott III |
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